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sexta-feira, setembro 05, 2008
O futebol não pode sair dos Jogos Olímpicos
Toda edição dos Jogos Olímpicos é a mesma ladainha: “o futebol é esquisito”, “o futebol não tem lugar” ou “se é para ser assim, é melhor nem ter”. No calor dos eventos, parece fazer sentido. Afinal, para que se esforçar para ter o futebol se o esporte leva só jogadores com idade limitada e nem parece se importar muito em estar ao lado de outras modalidades no megaevento? É verdade, mas a análise não pode ser feita no estilo “ame-o ou deixe-o”.
quarta-feira, agosto 06, 2008
A nova velha China
Chineses cospem na rua, e muito. Um costume tão enraizado que não é considerado falta de educação, mas algo corriqueiro. Pelo menos era assim até o ano passado. De olho no que podem pensar os ocidentais que verão os Jogos Olímpicos in loco, o governo da China criou uma campanha para que os chineses deixem de cuspir em vias públicas.
terça-feira, julho 29, 2008
Bolão de aniversário do Balípodo, versão 5.2
“Sou brasileiro e não desisto nunca”. Sim, o Balípodo entrou na onda da campanha do governo federal. Assim, teve um monte de gente que perdeu o Bolão de aniversário da Eurocopa. Mas... não desistam! Afinal, o Balípodo está fazendo CINCO anos. Isso, meia década poluindo a internet. Por isso, 2008 é ano para DOIS bolões. O primeiro já foi, mas essa é sua segunda chance!
terça-feira, julho 15, 2008
Parabéns ao Balípodo!
Caros, nesta sexta, o Balípodo completou cinco anos de vida! O que era um bloguezinho despretensioso acabou crescendo, virou uma espécie de site com jeitão de revista e, hoje, continua vivo apesar do descaso de seu dono. Mas ele é brasileiro e não desiste nunca. Tanto que há novidades por vir: um novo visual (deveria ter ficado pronto a tempo para o aniversário, mas não deu) e, claro, um bolão de aniversário extra.
segunda-feira, junho 02, 2008
V Promoção de aniversário do Balípodo!!!
“Quantos risos, oh, quanta alegria / O Balípodo lança seu Bolão / O leitor aposta na Eurocopa / E pode ganhar um premião!”. Sim, é com uma versão infame de “Máscara Negra” que o Balípodo anuncia seu tradicional Bolão de Aniversário. Afinal, como dizem o slogan de 99,87% das empresas brasileiras, “nós fazemos aniversário, mas quem ganha é você”.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Futebol ao modo da Florença medieval
Florença, século XVI. O Renascimento estava no auge e a cidade fervilhava. Era o centro do mundo. Poucas vezes um lugar concentrou tantas idéias, tantos gênios, tanta inovação. Talvez apenas a Atenas clássica, Alexandria ptolomaica, a Córdoba da virada do primeiro milênio, a Londres vitoriana ou a Paris da Belle Époque pudessem se comparar. Pensando bem, nem isso. Difícil concorrer com um lugar que contou, em algum momento, com nomes como Brunelleschi, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Galileu Galilei, Dante Alighieri, Maquiavel, Boccaccio, Botticelli e Giotto.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Super Bowl, a Copa do Mundo em um dia
Os Estados Unidos vivem um isolamento esportivo. Enquanto futebol é o esporte mais popular do mundo, nos Estados Unidos futebol americano, beisebol e basquete dominam as atenções. Com campeonatos internacionais com relevância menor do que a Copa do Mundo, é raro ver o país inteiro entrar em catarse coletiva em frente às telas. Um dia por ano, no entanto, isso acontece. O dia do Super Bowl parece, realmente, ao de Copa do Mundo no Brasil.
domingo, dezembro 30, 2007
V Prêmio Balípodo – Os Melhores de 2007 (internacional)
V Prêmio Balípodo – Os Melhores de 2007 (internacional)
V Prêmio Balípodo – Os Melhores de 2007 (nacional)
V Prêmio Balípodo – Os Melhores de 2007 (nacional)
V Prêmio Balípodo – Os Melhores de 2007
No final de ano, só há uma coisa mais certa que os fogos de artifício em Copacabana, os shows de qualidade duvidosa da Avenida Paulista, a contagem regressiva em Times Square e o assalto dos preços de restaurantes que fizeram jantar de Reveillon. É o anúncio do Prêmio Balípodo para os melhores do ano. Isso é tão importante que 1968 ficou conhecido como “o ano que não acabou” justamente porque não teve Prêmio Balípodo (ou você achava que teve algo a ver com as manifestações políticas?).
Prestação de contas 2007
Para o comentarista esportivo, fim de ano tem uma característica muito boa. Não tem quase nada rolando e fica muito mais fácil falar do que já acabou. Assim, todo mundo pode falar “eu tinha dito” e fazer pose de sabichão. Mas o Balípodo não cai nessa. Assim, aqui está a prestação de contas de 2007, com todos os acertos e erros do site no ano.
Seleções do ano do Balípodo – versão 2007
Fim de ano, férias dos clubes e de campeonatos. Ou seja, época de criar algumas cascatas para preencher o espaço do site. Retrospectiva é a saída mais fácil, mas já existe o Prêmio Balípodo para isso. Então, é hora de inventar outra coisa. E eis que surge a nova série de fim-de-ano: seleções do ano! São três: Brasil, Europa e América Latina.
sábado, dezembro 29, 2007
Dicionário de estádios (Norte)
Grandes distâncias, obstáculos geográficos e pouca densidade demográfica. O futebol da região Norte do Brasil se vê obrigado a se concentrar em poucas cidades e em poucos estádios. Assim, a seção de apelidos de arenas esportivas é reduzida nessa parte do país. Por exemplo, quase fica em branco no Acre, já que os dois estádios de Rio Branco (Arena da Floresta e José de Melo) não têm apelidos.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Dicionário de estádios (Centro-Oeste)
Os dois principais estádios do Centro-Oeste são conhecidos por seus nomes oficiais: Mané Garrincha e Serra Dourada. Isso já limita muito o alcance de um levantamento de apelidos, até porque a tendência é seguida por Antônio Accioly (Goiânia), Genervino da Fonseca (Catalão) e Artur Marinho (Corumbá). De qualquer modo, sobra espaço para alguns casos curiosos, como o Cave (Centro de Atividades Vivenciais) e o Abadião, que, ao contrário do que pode parecer, tem nome de mulher.
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Dicionário de estádios (Nordeste – parte 2)
O Balípodo completa a passagem pelos apelidos de estádios nordestinos. Em Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão e Piauí, a tendência a chamar as arenas no aumentativo continua forte. Vale também uma atenção aos “Castelões” de Fortaleza e São Luís. Cada um homenageia um político diferente e nenhum é o ex-presidente Castelo Branco.
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Dicionário de estádios (Nordeste – parte 1)
Ão, ão, ão. No Nordeste, o apelido básico de qualquer estádio de futebol é ser chamado no aumentativo. Poucos escapam desse padrão. Assim, vale a pena conferir o nome oficial dos estádios da região. Como são muitos Estados, vai em duas partes. Primeiro, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Dicionário de estádios (Sul)
Apesar de a tradição de dar a estádios nome a pessoas seja comum em todo o Brasil, no Sul é um pouco menos. Assim, várias arenas têm nomes com cara de apelido (Boca do Lobo) e, claro, acabam não tendo outro apelido. Outro fenômeno é o fato de alguns estádios não terem apelidos. De qualquer forma, dá para fazer uma lista razoável. Veja só:
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Dicionário de estádios (Rio, Minas e Esp. Santo)
Continua a série em que o Balípodo mostra os nomes oficiais dos principais estádios brasileiros. Depois de começar com o Estado de São Paulo, é hora de completar a região Sudeste com Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Como é comum no Brasil, a maioria dos apelidos são aumentativos de um pedaço do nome, aumentativo do nome da cidade ou nome do bairro em que está a arena. Continuação
sexta-feira, outubro 05, 2007
Dicionário de estádios (São Paulo)
Depois de uma longa viagem pela Europa, com passagem até pela Argentina, o Dicionário de estádios chega ao Brasil. Para começar, o Estado de São Paulo, com vários estádios chamados pelo nome do bairro em que estão ou simplesmente colocando um dos nomes no aumentativo. É, imaginação não é o forte. Continuação
terça-feira, setembro 18, 2007
Dicionário de estádios (América Latina)
A América Latina não tem muita uniformidade na hora de apelidar seus estádios. Em alguns países, há apelidos reais. Em outros, é referência ao bairro ou mesmo um pedaço do nome. E para muitos estádios simplesmente não há apelido. Veja um resumão, lembrando que a Argentina teve texto próprio. Continuação
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